Orquestra Ouro Preto trouxe de volta ao Cine Teatro Leon temas de obras-primas da sétima arte

A Orquestra Ouro Preto foi a atração do Cine Teatro Leon na noite dessa sexta-feira, 20, lançando na cidade seu DVD Música para Cinema. A apresentação esteve inserida na programação do 23° Festival de Inverno de Congonhas, que é realizado pela Prefeitura de Congonhas, por meio da Secretaria de Cultura, participação da Fumcult e Secretaria de Educação, com patrocínio da Vale e da CSN e apoio da Gerdau, Caixa Seguradora, Ferrous e Hotel H2. Além do público, que formou fila do lado de fora antes da apresentação, estiveram presentes representando a Vale, que também patrocina a Orquestra Ouro Preto, Warysohn Campos, gestor de Operação Mina Fábria, Rafael Ahid, Relações Institucionais e Cynara Pereira, responsável pela Comunicação da empresa, além do reitor emérito da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, Padre Benedito Pinto da Rocha, admirador de música clássica. Todos recebidos pela secretária de Cultura da Prefeitura, Miriam Palhares.

Regida pelo maestro Rodrigo Toffolo, A Orquestra Ouro Preto,  contou durante o espetáculo a história da sétima arte através de trilhas sonoras que, ao longo do século 20, tornaram-se inesquecíveis e de grande importância para a cultura moderna e que foi apresentada por décadas também naquela sala de cinema de Congonhas, que será requalificada em breve para cumprir estas e outras funções. A plateia pôde desfrutar de uma cuidadosa seleção de obras que compreendem o cinema nacional e internacional, no sétimo trabalho lançado pela Orquestra Ouro Preto. Entre elas os temas de “O Carteiro e O Poeta” (1994), filme baseado na obra de Pablo Neruda; “Manhã de Carnaval”, que se consolidou como identidade sonora do premiado filme brasileiro “Orfeu Negro” (1959); além de um  pot-pourri de temas de filmes de Charles Chaplin: “Smile” e “Eternarlly”, trilhas de “Tempos Modernos” (1936) e “Luzes da Ribalta” (1952), respectivamente.

Antes do concerto, o público presente teve a oportunidade de dialogar com o Maestro Rodrigo Toffolo em um bate-papo, no formato de palestra, abordando o processo de criação de um produto musical e a importância da trilha sonora no cinema.

De acordo com com Warysohn Campos, gestor de Operação Mina Fábria, de propriedade da Vale, que é patrocinadora do Festival de Inverno de Congonhas e da Orquestra Ouro Preto, a “empresa se sente parte integrante do Festival, por ser parceiro dele desde 2005. Ações como esta estão intrínsecas em nosso valores, que são fazer acontecer e evoluir junto com a comunidade. Contribuir para a viabilização deste festival nos possibilita também oferecer cultura e entretenimento a boa parte dos nossos  cerca de 2.500 funcionários e eles têm o pleno conhecimento da interação que Vale e Congonhas possuem. Este ano apoiamos também o Festival da Quitanda e mantemos o projeto da Biblioteca Comunitária do Pires”, lembrou.

Já Rafael Ahid, Relações Institucionais da empresa, afirmou que a Prefeitura, por intermédio da Secretaria de Cultura de Congonhas e da Fumcult, sempre atuou de forma consistente no ambiente cultural, contando sempre que possível com a parceria da Vale. “Estamos engajados na luta de manutenção destes valores. Congonhas possui uma imagem muito forte no meio histórico e cultural e acreditamos na importância de levar ações como esta para a população”, afirmou.

A secretária de Cultura da Prefeitura de Congonhas, Miriam Palhares, destaca a importância dos patrocínios e apoios recebidos para a realização da edição 23 do Festival de Inverno. “É nestes momentos que percebemos que são os verdadeiros parceiros. Graças a eles, aos esforços da Prefeitura e ao grande público que valoriza nessa cultura, seguimos sempre em frente”, completou.

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